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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Miltinho prevê vitória de Aldo no UFC Rio 3



A aguardada estreia de Mitinho Vieira no octógono do UFC não foi com vitória nem com derrota. No UFC 147, em Minas Gerais, ele empatou com Felipe Sertanejo, e foi forçado a entrar para a lista de lesionados do evento logo após o embate.

Experiente, Miltinho chegou a lutar pelo extinto Pride, em 2005. Porém, foi só na estreia pelo UFC que ele cortou alguns quilos e lutou pela primeira vez entre os penas, categoria na qual José Aldo vem reinando desde 2009, quando sagrou-se campeão do também extinto WEC.

E por falar no campeão, Miltinho acredita que seu compatriota defenderá seu cinturão mais uma vez com sucesso no UFC Rio 3, dia 13 de outubro, onde encara Erik Koch na principal luta do show.

“Espero mais uma vitória do Aldo em outubro. Vendo os dois atletas, acho que o Aldo vence”, palpita o carioca, que se sente bem com o novo peso: “Estou chegando agora na categoria. Estou feliz, gostei do peso e quero me adaptar cada vez mais nela”, disse em entrevista.

Há duas semanas, Miltinho passou por cirurgia para acabar com um incomodo no joelho, que ele sentia já nos treinamentos para o duelo contra Sertanejo. O procedimento cirúrgico limpou o menisco do joelho da fera, e a recuperação está saindo como o esperado.

“Eu estava sentindo uma dorzinha no joelho durante os treinos, mas foi só na luta que eu realmente senti. Minha recuperação está boa, estou andando bem, tudo saindo como imaginávamos. Volto a treinar em três semanas”.

Fonte: www.tatame.com.br

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Privilegiado, Aldo diz: ‘Adoro lutar em casa’



O estiramento no músculo posterior da coxa esquerda ficou para trás. Recuperado, José Aldo se prepara para enfrentar Erik Koch, dia 13 de outubro, pelo UFC Rio 3. Novamente, o atleta da Nova União defenderá o título na Cidade Maravilhosa, diante de mais de 15 mil compatriotas.

Em entrevista, o manauara analisou o jogo do seu adversário, que assim como ele, é oriundo do WEC. Requisitado pelo público presente ao Fight Pavilion, no último sábado, José Aldo revelou o segredo do sucesso de sua equipe e que luta sem pensar em terceiros.

“Não tem estrelismo, isso fica da porta para fora. Lá dentro todo mundo é igual, treina igual, seja o campeão ou o cara que está começando. Essa seriedade é que faz a equipe ser cada vez mais campeã”.

Confira abaixo a entrevista na íntegra:

Fale sobre seu processo de recuperação.

Foi ótimo. Estou recuperado e agora é só voltar a treinar. Estou sempre 100%. Agora é só focar na luta. A parte de fisioterapia já passou. Estou começando a treinar em função da luta.

Como se sente ao defender o cinturão duas vezes no Brasil?

Espero que se repita várias vezes, com outros também. Já passei por isso antes, conheço a rotina e adoro lutar em casa. Vou tentar repetir a primeira vez e melhorar cada vez mais para não ter erro.

Como analisa o jogo do seu adversário?

O Erik é um bom advesário, conheço ele desde o WEC. Mas ainda não vi os detalhes dele. Futuramente, quando a gente se reunir, vou ver como ele é, aí sim poderei falar. Mas agora eu conheço ele como amigo. Falo com ele como falo com todo mundo.

Você é muito explosivo, nocauteador. O Erik Koch tem muitas finalizações e nocautes no cartel. Acredita que a luta vai acabar antes do quinto round?

Não sei. Toda vez que eu luto, tento acabar o quanto antes. Mas temos que ver como é o jogo dele, para daí fazermos uma estratégia. Só assim terei uma característica da luta e tudo que pode acontecer. Mas ainda não fiz isso.

Você pode ser comparado ao Anderson Silva, por ser tão dominante em sua categoria, quanto ele entre os médios?

O Anderson é o cara, é um exemplo de campeão. Todo mundo que está lutando sonha em ser como ele. E eu ainda não me vejo como ele. Tenho que fazer muito, trabalhar bastante para um dia ser conhecido como o Anderson Silva.

Na última semana, o Jon Jones disse que gostaria de bater o recorde do Tito Ortiz. Marcas pessoais também te motivam?

Lógico que eu tenho. Todo mundo tem objetivos. Se não tiver, é melhor não trabalhar. São os objetivos que motivam acordar cedo e trabalhar duro todos os dias.

A possibilidade de subir para a categoria leve ainda existe?

Já esteve forte por um tempo (rumor), mas agora estou focado na minha categoria. O Dedé é quem decide, junto com o Dana (White) e Joe Silva. Eles que sabem. Se eles me colocarem nos leves, eu luto. Se não, eu continuo na minha categoria, que é onde eu sou campeão.

O que muda na sua vida como lutador, depois que você for pai?

Não gosto de misturar minha vida pessoal com a profissional. Quando eu luto é por mim mesmo, e não por ninguém. Nem mãe, nem filha, nem ninguém. Quando estou lá dentro, é o José Aldo e mais ninguém. Mas é lógico que quanto mais alto eu estiver, ela (filha) estará do meu lado.

A Nova União tem dois cinturões do UFC e um do Bellator. Qual o segredo para tanto sucesso?

O segredo eu não sei. Só sei que somos muito unidos, sempre um ajudando o outro. Foi assim que chegamos no Jiu-Jitsu e herdamos isso no MMA. É um grupo. São os mesmos treinadores, trabalho duro todos os dias. Não tem estrelismo, isso fica da porta para fora. Lá dentro todo mundo é igual, treina igual, seja o campeão ou o cara que está começando. Essa seriedade é que faz a equipe ser cada vez mais campeã.

A sua comemoração no UFC Rio 2 foi histórica. Está preparando algo em especial?

Eu já tenho algumas coisas em mente, só tenho que amadurecer mais. Com calma vou fazer isso. Tenho que ver se vai ter algum problema, alguma punição. Não tenho nada sobre uma possível comemoração para minha filha. Homenageio lá fora, dentro do octógono, não.

Em que pé está sua parceria com o Flamengo?

Não sei como está. O Dedé é quem cuida disso. Não sei como anda a parceira. Mas estou na torcida pelo clube sempre.

Fonte: www.tatame.com.br