Pouco mais de um mês depois de sua última luta, Lyoto Machida ainda está curtindo suas férias. Após um tempo nos Estados Unidos, passou por São Paulo para uma série de entrevistas para canais de TV. Mas a polêmica envolvendo sua vitória sobre Maurício Shogun no UFC 104 ainda o incomoda. Não consegue imaginar porque tanta gente duvidou do resultado.
Em entrevista ao, o campeão dos pesos meio-pesados do maior torneio de vale-tudo do mundo desabafou: “por duas vezes quase venci a luta, fui mais contundente”. Mais tranquilo após alguns minutos de conversa, Lyoto também falou sobre a recuperação da cirurgia na mão, estratégia de luta, preparação, sobre ter sido ferido pela primeira vez no MMA e sobre sua relação com a imprensa e com os torcedores. Ele ainda tranquilizou seus fãs do Pará e disse que não pretende deixar Belém para treinar.
Como está sua recuperação?
Lyoto Machida - Fiz a cirurgia no dia 30 de outubro, logo depois da luta, fiquei dez dias com gessos e com os pontos. Faz duas semanas que tirei os dois, agora estou com gesso móvel e fazendo fisioterapia. Só no dia 10 [de janeiro] vou começar a bater. Mas não paro nunca, sigo fazendo treino aeróbico e musculação para os membros inferiores.
O quanto acha que essa lesão pode ter afetado seu desempenho?
Esse problema realmente me incomodava há uns dois anos. Com o tempo, fui perdendo a confiança na mão esquerda. Não podia bater direito com ela. Se batia forte, ficava doendo por umas duas semanas. Era bater, fazer fisioterapia, tratamento. Batia forte, tudo isso de novo. Fiz um exame em São Paulo e o médico já tinha diagnosticado os fragmentos de ossos e a necessidade de cirurgia, uma raspagem no local. Mas resolvi fazer só depois da luta, pois já estava tudo marcado. Era a data perfeita, depois teria novembro e dezembro para me recuperar. A luta tinha de acontecer naquele momento, mas agora tenho condições de me sentir melhor.
Apesar de sua convicção na vitória, como você se sentiu ouvindo tantas críticas, tanta gente falando que o Shogun venceu?
No primeiro momento não estava acreditando [que todo mundo estava falando que o Shogun venceu], fiquei assustado, queria ver logo a luta de novo. No calor do momento, é difícil avaliar, dizer se foi isso ou aquilo. Ficou essa impressão porque ele venceu o último round. Foi estranho porque o público vaiou, o Dana [White, presidente do UFC] ficou falando que o Shogun venceu – não sei se por interesse pessoal ou o que –, então tudo isso gerou uma dúvida na hora.
E como passou essa sua impressão ruim?
Depois fui avaliar a luta junto com todo mundo, mas meu pai e o Anderson [Silva, campeão dos médios do UFC] já falaram na hora que tinha vencido: ‘os caras estão todos doidos, você ganhou e pronto’. Por duas vezes quase venci a luta, fui mais contundente, a iniciativa de terminar a luta foi sempre minha. O Shogun ficou mais segurando a luta, achou que tava ganhando...
Hoje em dia estou tranquilo com isso, muita gente me escreve falando que ganhei, muitos jornalistas especializados também me falaram e escreveram que eu venci. Eu ganhei esse combate e poderia até buscar outro desafiante. Mas se falaram tanto que essa foi uma luta polêmica, vai ser importante tirar essa prova.
Você se arrepende de sua estratégia ou de algo nela?
Minha estratégia foi boa. A questão é que o Shogun também bolou uma boa tática. Foi uma luta realmente dura, pois ele é um grande atleta, como sempre mostrou durante toda sua carreira. Não que tenha pensado em uma estratégia errada, mas tenho que estar sempre melhorando, procurando fechar os buracos que encontro.
Acredita que poderia ter feito algo diferente?
Para esse luta, o que poderia ser feito, foi feito. Cada luta é uma nova luta, uma nova preparação, uma nova estratégia...
Você espera o Shogun diferente na próxima luta ou acha que ele seguirá com a tática dos chutes baixos?
Não verdade, não posso me preocupar se Shogun vai vir dessa forma ou de outra. Ele vai ter uma estratégia, eu vou ter a minha. Vou estar muito bem treinado e tendo fechado os buracos que encontrei em relação à última luta. Se ele vier do mesmo jeito, estarei preparado. Lógico que vai fazer a diferença eu conseguir corrigir meus erros.
Acha que sua credibilidade como lutador pode estar arranhada?
De forma alguma, não acredito nisso. O trabalho não é só no dia de uma única luta. Tenho toda uma carreira, uma filosofia, uma doutrina que carrego que o pessoal continua admirando do mesmo jeito.
A pressão por conta de sua invencibilidade está ficando cada vez maior?
Não penso muito nisso. São as pessoas que falam sobre o assunto. Sei apenas que ninguém é invencível, posso perder um dia, faz parte do jogo. Um dia se ganha, outro dia se perde. Eu apenas não penso nesse momento. Mas é o que estou dizendo, não sou invencível, apenas tento melhor a cada dia.
O assédio da imprensa ou dos fãs pode ter atrapalhado sua preparação?
Fã nunca atrapalha. Nós, pessoas públicas, precisamos saber diferenciar as coisas. O fã tem o direito de bater uma foto, pedir um apoio, dar um abraço. Sempre é o momento para isso e não podemos reclamar. A imprensa é que às vezes não entende nosso momento. Mas sei que ela vive disso, das informações. Ela é muito importante para o nosso crescimento. Só temos de saber direcionar e gerenciar esse lado.
Hoje em dia estou tranquilo com isso, muita gente me escreve falando que ganhei, muitos jornalistas especializados também me falaram e escreveram que eu venci. Eu ganhei esse combate e poderia até buscar outro desafiante. Mas se falaram tanto que essa foi uma luta polêmica, vai ser importante tirar essa prova.
Você se arrepende de sua estratégia ou de algo nela?
Minha estratégia foi boa. A questão é que o Shogun também bolou uma boa tática. Foi uma luta realmente dura, pois ele é um grande atleta, como sempre mostrou durante toda sua carreira. Não que tenha pensado em uma estratégia errada, mas tenho que estar sempre melhorando, procurando fechar os buracos que encontro.
Acredita que poderia ter feito algo diferente?
Para esse luta, o que poderia ser feito, foi feito. Cada luta é uma nova luta, uma nova preparação, uma nova estratégia...
Você espera o Shogun diferente na próxima luta ou acha que ele seguirá com a tática dos chutes baixos?
Não verdade, não posso me preocupar se Shogun vai vir dessa forma ou de outra. Ele vai ter uma estratégia, eu vou ter a minha. Vou estar muito bem treinado e tendo fechado os buracos que encontrei em relação à última luta. Se ele vier do mesmo jeito, estarei preparado. Lógico que vai fazer a diferença eu conseguir corrigir meus erros.
Acha que sua credibilidade como lutador pode estar arranhada?
De forma alguma, não acredito nisso. O trabalho não é só no dia de uma única luta. Tenho toda uma carreira, uma filosofia, uma doutrina que carrego que o pessoal continua admirando do mesmo jeito.
A pressão por conta de sua invencibilidade está ficando cada vez maior?
Não penso muito nisso. São as pessoas que falam sobre o assunto. Sei apenas que ninguém é invencível, posso perder um dia, faz parte do jogo. Um dia se ganha, outro dia se perde. Eu apenas não penso nesse momento. Mas é o que estou dizendo, não sou invencível, apenas tento melhor a cada dia.
O assédio da imprensa ou dos fãs pode ter atrapalhado sua preparação?
Fã nunca atrapalha. Nós, pessoas públicas, precisamos saber diferenciar as coisas. O fã tem o direito de bater uma foto, pedir um apoio, dar um abraço. Sempre é o momento para isso e não podemos reclamar. A imprensa é que às vezes não entende nosso momento. Mas sei que ela vive disso, das informações. Ela é muito importante para o nosso crescimento. Só temos de saber direcionar e gerenciar esse lado.
Qual sua opinião sobre a volta do Tito contra o Forrest Griffin? Acredita que ele disputará o cinturão novamente?
Assisti e achei que ele estava fora de ritmo. Mas ele já teve o cinturão, foi campeão durante muito tempo, é uma lenda do esporte, mas precisa de mais algumas lutas para se adaptar melhor novamente.
O que está esperando da luta entre Anderson Silva e Vitor Belfort?
Eles são dois lutadores top. E é o que sempre falo: uma luta entre dois tops é muito difícil de premeditar, profetizar ou prever qualquer coisa. E nessa luta não será diferente. O Vitor é um cara que vem mostrando que está em um nível técnico muito alto, mas o Anderson é o maior lutador que existe na atualidade. Por isso, não consigo realmente prever o que possa acontecer.
Fique ligado no Blog da RAMUAII.
Fonte: www.uol.com.br
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Lyoto desabafa, cutuca Dana White e vê exagero de defensores de Shogun
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Semmy Schilt e BJ Penn candidatos a destaques de dezembro
O título deste post é uma homenagem a Semmy Schilt e um exercício de futurologia em relação a BJ Penn.
Schilt foi o campeão do K-1 no último sábado, vencendo seus três adversários por nocaute no primeiro round.
Seus 2,11m deveriam indicar menos técnica se comparado aos seu oponentes, mas o gigante holandês mereceu o título.
É claro, um cara que derrotou Jerome LeBanner, Remy Bonjasky e Badr Hari no mesmo dia não merece outra coisa que não seja pelo menos um “Fantástico” como adjetivo para sua atuação.
E, sim, Semmy Schilt foi fantástico.
Ele conquistou o quarto título do K-1 e se igualou a Ernesto Hoost como o maior campeão da historia do evento.
O que me entristece é que se torna cada vez mais difícil ver Peter Aerts abocanhar mais uma conquista e se juntar a essa galeria de tetracampeões.
O tempo está passando pro “Lenhador”, mas torço muito para que ele consiga.
Na opinião deste blogueiro, Peter é o lutador com mais coração do evento.
Agora, vamos ao exercício de futurologia que citamos acima.
BJ Penn ainda vai lutar e já o coloquei como candidato a destaque do mês.
Um tanto quanto pretensiosa essa minha afirmação, poderiam dizer alguns.
Mas, sinceramente, Diego Sanchez não deve ser um adversário à altura do atual campeão dos leves do UFC.
O confronto vai acontecer neste sábado e, analisando friamente, não dá pra imaginar Diego levando a melhor na trocação ou no chão contra o havaiano.
Em condições normais, BJ é favoritíssimo.
Fica ligado no blog da RAMUAII Sports Combat.
Fonte: www.espn.com.br
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Rampage confirma volta ao UFC
Pouco mais de dois meses depois de declarar a aposentadoria dos ringues, Quinton “Rampage” Jackson revelou que estará de volta ao octagon do UFC em 2010. Segundo o ex-campeão, sua decisão foi motivada pelo puro desejo de enfrentar Rashad Evans.
“Não tem nada a ver com o que estão falando de mim, que estaria com medo do Rashad ou de qualquer um. Estou voltando por causa dos meus fãs e para calar a boca do Rashad e do Dana (White, presidente do UFC)”, afirmou Rampage, em seu site oficial, revelando que voltaria seu foco para os filmes após esta luta. “Após isso, voltarei a fazer filmes e pode ser que faça uma luta de Boxe uma vez por ano para ficar em forma”, disse. Alvo de Quinton, o americano Rashad Evans enfrentará o brasileiro Thiago Silva no dia 2 de janeiro (UFC 108).
sábado, 5 de dezembro de 2009
Agora na RAMUAII você encontra produtos originais EVERLAST
A RAMUAII Sports Combat traz com exclusividade produtos originais da EVERLAST, você encontra Luvas de Boxe, Luvas de Gel, Luva Bate Saco, Atadura, Protetor Bucal, Camisetas, com entrega imediata.
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Em breve teremos toda a linha Everlast. Fique ligado no Blog da RAMUAII para ver as novidades.
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Cris Cyborg volta ao Strikeforce em janeiro
Meses após chocar o público americano e nocautear Gina Carano no Strikeorce, a duríssima Cris “Cyborg” voltará ao octagon do evento no dia 30 de janeiro na Flórida. Ainda sem adversária definida, a expectativa é que a próxima oponente da brasileira será Marloes Coenen. Na mesma noite, Nick Diaz e ex-jogador da NFL, Herchel Walker, estarão em ação nas lutas principais.
Cris comentou sua primeira defesa de cinturão. “Eu já sabia que ela ia ser a minha próxima oponente e o negócio é trabalhar com seriedade. Vou continuar treinando, acho que vai ser uma boa luta”, disse, prometendo seguir como campeã. “Consegui o cinturão e agora vai ser difícil tirar de mim”, finalizou.
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Bitetti Combat é atração em Barueri dia 12
No próximo dia 12 de dezembro, Barueri será palco do “Bitetti Combat”, evento que reunirá as maiores feras da luta internacional no ginásio poliesportivo José Corrêa, a partir das 19 horas.
A primeira edição do Bitetti Combat aconteceu no Rio de Janeiro, e a segunda ocorre agora em Barueri. Segundo o organizador Fernando Miranda, esse evento não para por aí, pois já há edições programadas para todo o Brasil. “Estamos com edições confirmadas em Brasília, Amazonas e Acre. Esses estados, além do Rio e São Paulo, farão parte do calendário anual.”
Para Fernando Miranda, esse é o esporte que mais cresce no mundo, e criado no Brasil. “Hoje não temos aqui um evento desta magnitude. E o Bitetti Combat vai dar aos lutadores brasileiros um evento de cunho mundial dentro do Brasil, para que eles possam lutar diante de sua torcida”, finaliza Fernando.
O Bitetti Combat São Paulo terá a participação de lutadores como Paulo Filho, Cassiano Tytschyo, Alemão, Murilo Ninja, Jason Jones, Fabio Maldonado, John Doyle, Glover Teixeira, Jeff Monson, além do confronto feminino entre Karina Dan e Claudia Gadelha
Ingressos à venda
Os ingressos já se encontram à venda na rede ingresso fácil, ou pelo site ingressofácil.com.br. Segundo os organizadores do evento, as pessoas que fizerem a doação de um quilo de gêneros alimentícios não perecíveis pagarão apenas R$ 50,00. Toda a arrecadação alimentícia será destinada ao Fundo Social de Solidariedade de Barueri. Estudante com carteirinha também paga meia-entrada.
Os ingressos de meia entrada, mediante a doação de gênero alimentício, serão comercializados apenas nas bilheterias do ginásio José Corrêa, em Barueri.
A primeira edição do Bitetti Combat aconteceu no Rio de Janeiro, e a segunda ocorre agora em Barueri. Segundo o organizador Fernando Miranda, esse evento não para por aí, pois já há edições programadas para todo o Brasil. “Estamos com edições confirmadas em Brasília, Amazonas e Acre. Esses estados, além do Rio e São Paulo, farão parte do calendário anual.”
Para Fernando Miranda, esse é o esporte que mais cresce no mundo, e criado no Brasil. “Hoje não temos aqui um evento desta magnitude. E o Bitetti Combat vai dar aos lutadores brasileiros um evento de cunho mundial dentro do Brasil, para que eles possam lutar diante de sua torcida”, finaliza Fernando.
O Bitetti Combat São Paulo terá a participação de lutadores como Paulo Filho, Cassiano Tytschyo, Alemão, Murilo Ninja, Jason Jones, Fabio Maldonado, John Doyle, Glover Teixeira, Jeff Monson, além do confronto feminino entre Karina Dan e Claudia Gadelha
Ingressos à venda
Os ingressos já se encontram à venda na rede ingresso fácil, ou pelo site ingressofácil.com.br. Segundo os organizadores do evento, as pessoas que fizerem a doação de um quilo de gêneros alimentícios não perecíveis pagarão apenas R$ 50,00. Toda a arrecadação alimentícia será destinada ao Fundo Social de Solidariedade de Barueri. Estudante com carteirinha também paga meia-entrada.
Os ingressos de meia entrada, mediante a doação de gênero alimentício, serão comercializados apenas nas bilheterias do ginásio José Corrêa, em Barueri.
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Dezembro: Mundial de Jiu Jitsu Profissional
Nesse final de semana acontece em São Paulo o mundial de Jiu Jitsu.
Local: Colégio Magno
Endereço: Rua Duque Costa, 164
Bairro: Chácara Flora
Maiores informações: http://www.wlpjj.com
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Paulo Thiago enfrenta Josh Koscheck no UFC 109
Depois de vencer Jacob Volkmann no UFC 106, em novembro, Paulo Thiago já tem data marcada para voltar ao evento. O brasiliense terá pela frente Josh Koscheck no UFC 109, no dia 06 de fevereiro, em Las Vegas (EUA).
O confronto será uma revanche, já que Thiago nocauteou o americano no UFC 95, em fevereiro deste ano.
“O Paulo vai mostrar porque está entre os top 10 do mundo”, disse Wallid Ismail, empresário do brasileiro, “Os organizadores gostaram tanto de suas atuações que acabaram de renovar o contrato dele por quatro lutas. Ele vai continuar mostrando seu grande talento no UFC”.
O confronto será uma revanche, já que Thiago nocauteou o americano no UFC 95, em fevereiro deste ano.
“O Paulo vai mostrar porque está entre os top 10 do mundo”, disse Wallid Ismail, empresário do brasileiro, “Os organizadores gostaram tanto de suas atuações que acabaram de renovar o contrato dele por quatro lutas. Ele vai continuar mostrando seu grande talento no UFC”.
De La Riva ensina técnicas na Polícia Federal
Faixa-preta de Carlson Gracie, Ricardo De La Riva esteve na Polícia Federal do Rio de Janeiro. A PF do Rio, através da ANSEF (Associação Nacional dos Servidores da Polícia Federal), aposta há algum tempo nas artes marciais.
Constantemente, feras das lutas ensinam técnicas aos policiais, como Ricardo Arona, Vitor Belfort, Rogério Minotouro e Amaury Bitetti, entre muitos outros. Convidado da vez, De La Riva promoveu um ciclo de instruções de defesa pessoal nos mesmos moldes dos cursos oferecidos aos Rangers (tropa de elite da Marinha dos Estados Unidos). Idealizado pelos professores José Baioneta e Vauvenargues Marinho, o evento contou com grande número de participantes.
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terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Nocaute de Fedor é assistido por 25 milhões
“Estamos extremamente felizes com os números”, comemorou Joost Raimond, vice-presidente da M-1 Global, parceira do Strikeforce. Após os números iniciais já animadores, informando que 5,46 milhões de pessoas teriam assistiram ao evento ao vivo nos Estados Unidos, o balanço final da audiência ao redor do mundo foi ainda melhor.
Mostrando a força do nome Fedor Emelianenko, sua estreia no Strikeforce, nocauteando o então invicto Brett Rogers no segundo round, foi assistida ao vivo em 25 milhões de casas ao redor do mundo, sendo 16 milhões na Rússia, terra natal de Fedor. E o número poderia ser ainda maior, se alguma emissora de TV no Brasil transmitisse o evento.
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