sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Anderson Silva sobre luta com Bonnar: ‘Vai ser uma das maiores do UFC’
Muitos apontam Anderson Silva como amplo favorito para o duelo contra Stephan Bonnar, que encabeça o card do UFC Rio 3, no dia 13 de outubro. Nas casas de apostas estrangeiras, o brasileiro parece ser barbada. Mas dentro do octógono a história é outra. Luta é luta, e Anderson sabe bem disso.
“Luta é luta. Qualquer cara que vai lutar no UFC não pode menosprezar nenhum lutador, porque pode terminar nocauteado ou finalizado. Todos os atletas que estão no UFC estão preparados para ser campeões e vencerem. Os melhores lutadores do mundo hoje são do UFC e, pra mim, lutar com o Bonnar é uma honra”, disse, durante a conferência de imprensa do show, nesta quinta-feira (4).
“Ele é muito perigoso, tem boa base, Wrestling, e uma defesa de queda que muita gente não tem. Acredito que essa luta vai ser uma das maiores do UFC, e da minha carreira. Quero dar esse presente aos fãs brasileiros”, completou.
Como um super-herói, Anderson Silva foi chamado às pressas para salvar o card do UFC Rio 3, após a lesão de José Aldo, que enfrentaria Frankie Edgar no main event.
Para o show não ser cancelado, o “Spider” foi convocado: “Aqui é como parte de uma família. Eu acredito que não só eu, mas todos os outros atletas podemos ajudar a manter o show, principalmente um show como esse que podia ser cancelado. Temos que ter essa consciência de que podemos ajudar o show, e estou fazendo minha parte. Claro que se eu achasse que não poderia, e minha equipe achasse que eu nao tinha condições, eu não faria”.
O assunto Jon Jones não poderia faltar, e Anderson afastou, mais uma vez, toda e qualquer possibilidade de encarar o atual campeão dos meio-pesados, que muitos apontam como sendo o seu tão falando clone.
“Há muita conversa de subir para os meio-pesados, para enfrentar Jon Jones, mas eu não quero. Minha categoria é o peso médio e tenho 37 anos de idade”, ressalta.
Fonte: www.tatame.com.br
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quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Preparador físico: ‘Anderson está a 2kg do peso e muito forte’
Faltam poucos dias para o UFC Rio 3, que acontece na HSBC Arena, dia 13 de outubro. E os lutadores começam a entrar na fase de corte drástico de peso – alguns chegam a emagrecer 10kg em uma semana. O caso de Anderson Silva, no entanto, é diferente. O campeão dos pesos médios faz a luta principal do evento, contra Stephan Bonnar, na categoria meio-pesado (até 93kg). Por isso, não está sofrendo tanto com a balança, e já está bem próximo do peso ideal.
Preparador físico de Anderson Silva e um dos líderes da academia X-Gym, Rogério Camões destacou a tranquilidade do trabalho sem a necessidade de corte de peso.
“O Anderson está somente dois quilos acima do peso, então já o consideramos pronto para a balança. Na sexta-feira teremos uma reunião com o corpo médico que cuida dele para ver a melhor forma de cortar o que resta, mas ele está muito forte, com o trabalho bem feito e com uma alimentação muito boa. Ele costuma treinar normalmente com 93kg, para descer até 84kg e depois lutar com cerca de 90kg. Só fizemos treinos específicos para essa luta”.
Anderson Silva foi escalado para enfrentar Stephan Bonnar com menos de um mês de antecedência, para “salvar” um card prejudicado por lesões. Nem o pouco tempo de preparação, nem o fato de volta a lutar até 93kg preocupam Rogerão, que vê o brasileiro em vantagem por já ter passado por um grande período de treinos para enfrentar Chael Sonnen.
“O Anderson vem desse combate contra o Sonnen, quando fez oito semanas de trabalho muscular, e teve como base o treinamento de força. Ele se manteve ativo, então só dei continuidade ao que já foi feito e os treinadores especificaram detalhes em cima do Bonnar. Essa é a terceira luta do Anderson até 93kg no UFC e ele está bem adaptado”.
Fonte: www.tatame.com.br
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quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Wand ‘tira o chapéu’ para Anderson e elogia Belfort: ‘Torci para finalizar
Aceitar uma luta sem tempo adequado para se preparar é motivo de elogios. E, por conta disso, é que Wanderlei Silva exaltou a postura de Anderson Silva, campeão do peso médio, responsável por “salvar” o card do UFC Rio 3, programado para 13 de outubro. Em entrevista, o “Cachorro Louco” analisou a principal luta do UFC na Cidade Maravilhosa e enalteceu o adversário de “Spider”, que não fugiu do desafio mesmo sabendo que terá a torcida brasileira a favor do anfitrião.
“Eu botei fé no Anderson. Ele me surpreendeu. As pessoas estão falando do Bonnar, mas ele é um palmo mais alto que eu, e desce seco de categoria. É perigoso e merece respeito. Treinei com ele alguns anos atrás. Está sempre no shape e aguentou o Jon Jones até o final. Dou todos os méritos ao Anderson, que aceitou um cara duro em cima da hora. Tiro o chapéu para o Anderson. Ele chamou a ‘responsa’ de campeão”, disse Wand, que marcará presença no evento.
“Não perco por nada. Pedi ao Dana White para me dar o assento bem atrás do dele, ali no A1 ou A2, colado no octógono”.
Sem saber quando retorna ao octógono, Wanderlei Silva, que perdeu para Rich Franklin, dia 23 de junho, no UFC BH, torce para que seja novamente em uma edição no Brasil.
“Todo o apoio que tive da torcida foi algo que nunca senti. No treino aberto na praça, estava no gás, tanto que fiz 25 minutos. Senti tanto a pressão na praça que deu até canseira. O público mexeu comigo, a rapaziada foi muito legal. Quando pintar a vaga, quero estar dentro. A torcida brasileira não tem igual”.
Em sua próxima atuação, Wanderlei terá um desfalque de peso em sua torcida. O lutador perdeu o pai, vítima de um acidente de carro, em agosto.
“Aprendi com isso que essa rapaziada que tem bronca com o pai, tem que tentar resolvê-la antes que ele vá embora. Se ficar algo mal resolvido, putz… É hora de falar desculpe, estou errado ou desculpá-lo e se abraçar. Pai e mãe a gente só tem um”.
Vitor Belfort x Jon Jones
Wanderlei Silva não esconde a rivalidade com Vitor Belfort, com quem já lutou e travou discussões acaloradas no TUF Brasil, no qual ambos foram treinadores. Apesar disso, o “Cachorro Louco” afirmou ter torcido para o compatriota diante de Jon Jones, no UFC 152.
“A luta foi boa. Torci para ele finalizar, mas o Jones conseguiu sair da posição. Fiquei esperando o Vitor finalizar. Na verdade o Vitor só se tocou no terceiro round, que poderia ter explodido antes, com o cara mais fresco. Ele poderia ter tomado a iniciativa para surpreender, mas acho que se apresentou bem, ofereceu perigo e mostrou um caminho bom para ganhar do adversário. Se houvesse outra luta, sabendo o que poderia ter feito, acho que o Vitor se sairia melhor. De repente, ele respeitou muito o campeão.
Méritos para o Jones também, que entra bem na queda e o colocou do jeito que quis”, declarou Wand, que ainda não desistiu de encarar Belfort e Chael Sonnen. “Eu tenho vontade de lutar contra os dois. A vontade é igual”.
Fonte: www.tatame.com.br
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terça-feira, 2 de outubro de 2012
Belfort não esquece derrota para Jones: ‘Penso todos os dias, o tempo inteiro’
A derrota sofrida para Jon Jones completou uma semana no último sábado. Mas, Vitor Belfort, que ficou próximo de derrotar o campeão meio-pesado, no UFC 152, ainda não digeriu o resultado. O brasileiro encaixou um arm-lock em “Bones”, nos movimentos iniciais do combate e, por pouco, não finalizou o adversário.
Em férias com a esposa e os filhos, o “Fenômeno” revelou, em entrevista, que continua com a cabeça no duelo, que poderia tê-lo tornado o novo dono do cinturão da categoria.
“Eu me pego pensando na luta todos os dias, o tempo inteiro. Tinha a certeza que o Jon Jones bateria, senti o braço dele estalar, mas, como falei, não estava 100% encaixado e isso deu brecha para que ele saísse”, disse Belfort, que viu no Jiu-Jitsu o caminho para a vitória.
“Acredito que poderia ter mostrado mais. Como já havia estudado em suas lutas percebi que esse seria um ponto ‘fraco’ dele”.
Sem definir se voltará à divisão dos médios ou se vai continuar na categoria meio pesado, Vitor Belfort disse não se arrepender de ter “socorrido” o evento.
“Não tenho dúvida de que valeu a pena. Não tinha nada a perder e atendi a um pedido da organização”, finalizou.
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segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Rashad revela ‘não’ ao UFC para encarar Glover no Rio
Rashad Evans recusou convite para lutar no Brasil, substituindo Rampage Jackson, adversário inicial de Glover Teixeira, no UFC Rio 3. A revelação foi feita pelo próprio lutador, que, por ter poucas semanas para se preparar, preferiu dizer “não” aos organizadores do evento. Com a negativa do ex-campeão dos meio-pesados, Fabio Maldonado aproveitou a chance e vai encarar o compatriota no dia 13 de outubro.
“Eu não sei quando volto a lutar. Falei com Dana (White) no início desta semana e conversamos sobre um possível retorno em dezembro. Mas estou pensando que talvez seja melhor em janeiro ou fevereiro. Eu vou lutar contra qualquer um. Quero uma luta entre os meio-pesados. Eles me ofereceram uma luta, mas foi contra Glover Teixeira e eu só tinha três semanas para lutar e eu não estava treinado. Eu disse algo como, “de jeito nenhum, não vou lutar com ele no Brasil”, declarou Evans no programa televisivo oficial do UFC.
Rashad Evans foi o penúltimo desafiante ao título da categoria. Em abril deste ano, ele tentou tomar o cinturão de Jon Jones, mas foi derrotado por decisão unânime dos jurados.
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sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Dana White sonha com Anderson x Bisping em estádio de futebol inglês
A menos de um mês de fazer mais uma luta em solo nacional, diante de Stephan Bonnar, no UFC Rio 3, dia 13 de outubro, Anderson Silva segue na cabeça de Dana White para planos maiores. Após planejar uma super-luta envolvendo “Spider” e Georges Saint-Pierre, o mandatário do UFC não descartou um possível encontro entre o brasileiro e Michael Bisping, em um estádio de futebol inglês.
“Claro que passou pela minha mente. Com toda certeza. A parte mais difícil da Grã-Bretanha tem sido os acordos com as televisões. Já fizemos lutas às 4h da manhã no Brasil. Podemos botar a luta em qualquer horário”, disse Dana, em entrevista coletiva do UFC on Fuel 5, que será realizado no próximo final de semana, na Inglaterra.
Essa não é a primeira vez que o chefão do Ultimate sonha em fazer uma luta de Anderson Silva em um estádio de futebol. Antes do segundo combate entre o campeão dos médios e Chael Sonnen, Dana tentou fechar o duelo no estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro. No entanto, as negociações não avançaram e a peleja acabou sendo realizada em Las Vegas, com vitória do brasileiro no segundo round.
Fonte: www.tatame.com.br
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quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Treinador alerta Anderson sobre os perigos de Bonnar: ‘Todo cuidado é pouco’
Ao aceitar de última hora enfrentar o americano Stephan Bonnar, na terceira edição do UFC Rio, Anderson Silva ‘salvou’ o card do evento, que acontece em 13 de outubro, na arena do HSBC.
Lutando entre os meio-pesados pela terceira vez, o campeão dos médios não terá uma tarefa árdua, já que o americano é raçudo e mais forte do que o brasileiro. Apesar das dificuldades, nas duas ocasiões em que Anderson subiu de categoria deu um verdadeiro espetáculo, nocauteando James Irvin e Forrest Griffin.
Líder da academia Blackzilians, Zé Mario Sperry já treinou com o adversário de Anderson Silva e alertou o campeão dos médios sobre os perigos de Stephan Bonnar.
“É um atleta perigoso, grande, forte, disposto. Não sei como ele vai estar no dia da luta porque foi pego de surpresa, não sei se ele estava treinando, mas ele não pode ser diminuído, menosprezado. Ele conhece bem o chão, ele passa bem guarda, e é como eu falei: ele é disposto. Todo cuidado é pouco”.
Ex-aluno de Carlson Gracie e faixa preta de Sérgio Penha, Stephan Bonnar tem um Jiu-Jitsu de alto nível, que Zé Mario conhece bem.
“Eu tive uma impressão boa. Ele passa bem guarda e tem muito gás. Na época que eu treinei com ele, ele estava muito preparado fisicamente, com toda a habilidade que ele tem, gás e pressão. Ele tem muita pressão no chão, é muito forte, distribui bem o peso, passa bem guarda e vamos ver. Tem bastante preparo físico”, concluiu o líder da Blackzilians.
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quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Lyoto Machida diz que traria o braço de Jon Jones para o Brasil
O arm-lock aplicado por Vitor Belfort em Jon Jones no último sábado, pelo UFC 152, ainda está dando o que falar. Dessa vez, quem se manifestou foi o ex-campeão dos meio-pesados, Lyoto Machida. “De forma alguma soltaria o braço dele. Traria o braço dele para o Brasil. Acho que o Belfort não aliviou, acho que o Jon Jones teve mérito de sair da posição, estava quase encaixada, talvez 90% encaixada, mas aí o espírito de campeão falou mais alto”, analisou o carateca em entrevista ao GloboEsporte.com.
Derrotado por Jon Jones no final do ano passado, Lyoto Machida deve fazer mais uma luta antes de voltar a disputar o título da categoria contra o americano, mas já está de olho nos “buracos” do jogo do campeão. “Com certeza o Jon Jones vai se preparar mais nessa parte (de Jiu-Jitsu). O Vitor estava preparado para aquela posição, entrou muito rápido. Eu sempre vi brechas no jogo do Jon Jones, mas para você explorar essas brechas no calor da luta, tem que estar muito bem treinado”.
De olho em um retorno ainda esse ano, Lyoto garantiu que está praticamente recuperado da lesão no joelho e deve voltar a treinar em dez dias.
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terça-feira, 25 de setembro de 2012
Jon Jones elege Dan Henderson como próximo adversário
Em entrevista à Fuel TV depois do UFC 152, o campeão dos meio pesados do UFC, Jon Jones, disse que se depender dele, o próximo a enfrentá-lo será Dan Henderson. O veterano seria seu adversário no evento do último sábado, mas uma lesão o tirou do combate.
“Eu acho que eu tenho uns negócios inacabados com o Dan Henderson. Quando ele se recuperar, eu adoraria continuar de onde paramos”, disse “Bones”.
Jones também disse que não ficou 100% satisfeito com sua performance no octógono contra o brasileiro Vitor Belfort, no UFC 152.
“Eu preciso trabalhar melhor o meu Boxe e o meu jogo top de Jiu-Jitsu, mas fora isso eu não tenho do que reclamar. O Vitor é um cara duro, difícil”, completou.
Segundo ele, a estratégia para enfrentar o “Fenômeno” era não temê-lo em nenhum aspecto.
“Quer se tratando de Boxe, Kickboxing, Wrestling ou Jiu-Jitsu, o nosso plano era lutar contra ele em todos os lugares. Usar o poder para o Wrestling, colocá-lo no chão e bater nele com os pés. Esse chute no impulso é quase um jab. Não foi necessário um plano de jogo, mas uma técnica que nós sabíamos que seria bem sucedida nessa luta”, disse.
O norte-americano também disse que se surpreendeu com o arm-lock aplicado pelo adversário, logo nos primeiros movimentos da luta.
“Estava extremamente apertado. Ele definitivamente o tinha. Talvez ele tenha ficado surpreso porque eu não bati. Eu senti estalar e, honestamente, quando eu sentei. agradeci a Deus por ter saído daquela situação e poder mover o meu braço. Isso me deu mais motivos para lutar por isso”, finalizou.
Fonte: www.tatame.com.br
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segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Belfort assusta, mas Jon Jones finaliza e segue campeão do UFC
Poucos viam chance de Vitor Belfort vencer Jon Jones na luta principal do UFC 152, na noite deste sábado, pelo cinturão dos meio-pesados. E o brasileiro realmente não venceu, sendo finalizado no quarto round. Mas a atuação da lenda brasileira surpreendeu até mesmo o campeão.
Jones, como previsto, buscou as quedas de início para evitar a perigosa trocação do carioca. Assim que chegou ao chão, no entanto, não foi um trabalho simples usar as afiadas cotoveladas. Bastou piscar para que Vitor, faixa-preta formado por Carlson Gracie, atacasse no arm-lock.
Belfort esticou o braço do número um, parecia que não tinha escapatória, mas Jon encontrou forças para tirar o rival do chão e conseguiu se livrar. A partir daí, o gringo atuou com mais inteligência no solo, desferindo cotoveladas a todo momento.
Na luta em pé, o domínio do norte-americano era mais claro. Sem muita firula, como de costume, Jones se limitou a desferir pisões no joelho do brasileiro, minando sua movimentação. Um chute rodado na costela levou Vitor a knockdown, e ele chegou a puxar para a guarda em duas oportunidades.
Cansado e com o rosto marcado pelas cotoveladas, Belfort foi presa fácil no início do quarto round. Após chegar à posição de crucifixo, Jones desferiu duras cotoveladas e encaixou a americana, conseguindo os três tapinhas. A vitória ainda rendeu o bônus de finalização da noite ao campeão, embolsando mais 65 mil dólares.
“Eu pensei que ia quebrar, nunca senti nada assim”, disse o campeão, sobre a chave-de-braço do desafiante. “Senti que tinha deslocado o braço, mas ele é durão”, elogiou Vitor.
Aplaudido ao final da peleja, Belfort não poupou elogios ao número um. “Por isso que ele é o campeão. Achei que ia ganhar hoje, mas ele lutou melhor e venceu”.
Johnson é o primeiro campeão dos moscas
Os fãs canadenses prestigiaram um momento histórico para os levinhos do UFC. Em 25 minutos de uma luta em ritmo acelerado, Demetrious Johnson se tornou o primeiro campeão do UFC na categoria mosca, até 56kg. O atleta levou a melhor sobre o perigoso Joseph Benavidez utilizando-se da boa movimentação e quedas no momento certo, enquanto seu rival contava com o poder de nocaute para tentar surpreender. No fim, vitória por decisão dividida para Johnson.
Swanson anota belo nocaute sobre Charles
O brasileiro Charles do Bronx’s amargou sua primeira derrota como peso pena no UFC. O paulista, que sofreu bastante para bater os 65kg da categoria na noite de sexta-feira (suou por duas horas para chegar ao limite, mas acabou liberado pela organização quando faltavam 100g), acabou sofrendo um belo nocaute diante de Cub Swanson. O gringo conectou um cruzado de direita na têmpora do atleta, que chegou a absorver bem o golpe, mas caiu um segundo depois, indicando ao árbitro que não tinha condições de luta. O triunfo deu a Swanson o bônus de melhor nocaute da noite, levando a quantia extra de 65 mil dólares.
Vinny quebra a banca
O brasileiro Vinny Pezão era o azarão na luta contra o croata Igor Pokrajac, embora viesse de excelente campanha pelo M-1 Global, evento russo no qual se tornou campeão dos meio-pesados. Faixa-preta de Jiu-Jitsu e campeão do ADCC, o atleta foi melhor no primeiro round, mas levou um susto nos segundos finais, na trocação. Na volta para o segundo assalto, brilhou a arte suave. Após encaixar o triângulo, o vice-campeão do TUF 8 fez a transição para o arm-lock e conquistou sua primeira vitória no UFC.
Lutas rápidas abrem a noite no Canadá
Com público ainda acanhado nas arquibancadas, o UFC 152 deu seu pontapé inicial com um trio de lutas relâmpago. Primeiro a brilhar, Kyle Noke precisou de apenas 45 segundos para sair vencedor na luta contra Charlie Brenneman, embora a interrupção do árbitro tenha gerado polêmica.
No combate seguinte, Mitch Gagnon foi inteligente para vencer Walel Watson. Após conseguir o knockdown, o atleta rapidamente pegou as costas e encaixou o mata-leão, sem escapatória para o rival. Seth Baczynski protagonizou uma bela reviravolta na terceira luta da noite. Após levar atraso nos primeiros minutos do duelo com o norueguês Simeon Thoresen, o atleta aplicou um belíssimo nocaute.
RESULTADOS COMPLETOS:
UFC 152
Toronto, Canadá
Sábado, 22 de setembro de 2012
Card principal:
Jon Jones finalizou Vitor Belfort com uma kimura a 44s do 4R;
Demetrious Johnson derrotou Joseph Benavidez na decisão dividida dos juízes;
Michael Bisping derrotou Brian Stann na decisão unânime dos juízes;
Matt Hamill derrotou Roger Hollett na decisão unânime dos juízes;
Cub Swanson nocauteou Charles do Bronx’s a 2min40s do 1R.
Card preliminar:
Vinny Pezão finalizou Igor Pokrajac no arm-lock a 1min14s do 2R;
T.J. Grant derrotou Evan Dunham na decisão unânime dos juízes;
Sean Pierson derrotou Lance Benoist na decisão unânime dos juízes;
Marcus Brimage derrotou Jimy Hettes na decisão unânime dos juízes;
Seth Baczynski nocauteou Simeon Thoresen a 4min10s do 1R;
Mitch Gagnon finalizou Walel Watson com um mata-leão a 1min09s do 1R;
Kyle Noke nocauteou Charlie Brenneman a 45s do 1R
Fonte: www.tatame.com.br
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