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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Rani motivado para “sujar” o cartel de Chad



Após estrear no UFC com o pé direito, ao derrotar o ex-campeão do WEC, Mike Brown, o brasileiro Rani Yahya terá um desafio maior, nesse sábado (6), no UFC 133. O faixa-preta vai encarar o americano Chad Mendes, que tem dez lutas e nunca sentiu o amargo gosto da derrota. Para Rani, o fato do americano nunca ter sido derrotado, serve como um importante ingrediente motivacional.

“O Chad é um desafio mais duro do que o Mike Brown para mim porque ele está em ascensão e a tendência é que seja uma luta difícil. O fato dele ainda estar invicto me motiva e muito porque vai ser a primeira vez que essa oportunidade está sendo concedida a mim, lutar com alguém que nunca perdeu”, comentou o faixa-preta, que pretende encontrar um “buraco” no jogo de Chad.

“A minha preparação foi completa, tanto a física quanto a técnica foram muito bem feitas. Fiz muitos treinamentos específicos com defesas de queda e bastante treino de Wrestling, porque ele tem o Wrestling como principal modalidade dele. Ele tem a fraqueza dele e a gente vai decobrir no dia da luta. Quero explorar tudo o que eu puder, principalmente no chão, já que o Jiu-Jitsu é a minha especialidade, mas a parte de trocação dá para explorar também, porque já deu pra ver que ele tem algumas deficiências em pé”, analisou.

O atleta da Constrictor Team tem como Jiu-Jitsu o carro chefe de seu jogo, mas não deixou de lado a parte de trocação, onde vem evoluindo. Rani treinou bastante Muay Thai, Boxe, Kickboxing e até Caratê, com o intuinto de facilitar sua entrada na busca pelo clinche. O lutador garantiu que está na melhor forma física de sua vida e que não teme o jogo de Wrestling do americano.

“Podem esperar a melhor apresentação minha. Nós aceitamos essa luta contra o Chad Mendes, que é um cara invicto, justamente porque estou na minha melhor forma física e a hora é agora, pois tive um bom tempo para fazer minha preparação e estou no melhor físico que já estive. Se ele me botar para baixo vai ser uma dádiva, não vai ter o menor problema porque a luta estando no chão fica bem confortável para mim, tanto por cima quanto por baixo”, concluiu Rani.

Fonte: http://www.tatame.com.br/

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Diego Nunes pega Gamburyan no UFC 135



Diego Nunes já tem data para voltar ao UFC. Segundo divulgou a organização, o atleta encara Manny Gamburyan na edição 135, que acontece no dia 24 de setembro no Colorado, Estados Unidos.

Diego, que despontou no WEC como um dos 10 melhores da categoria, estreou no UFC diante do duríssimo Mike Brown, e impressionou em sua vitória na decisão unânime. Cinco meses depois, enfrentou Kenny Florian em duelo que definiria o próximo a disputar o cinturão com José Aldo, mas acabou superado por pontos.

Outro que vem de derrota, Gamburyan chegou a disputar o título do WEC contra José Aldo após acumular três vitórias consecutivas, mas acabou nocauteado. Em seguida, já no UFC, estreou com o pé esquerdo diante do duríssimo Tyson Griffin, perdendo na decisão majoritária.

Diego é, até o momento, o único brasileiro escalado para o UFC 135, evento que terá como luta principal a disputa de título entre Jon Jones e Rampage Jackson.

Fonte: www.tatame.com.br

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Aldo e a estreia no Ultimate: ‘Foi sensacional’



Campeão peso pena do UFC, o brasileiro José Aldo defendeu o cinturão de sua categoria pela primeira vez no UFC 129, que aconteceu no Canadá, e não decepcionou. O faixa-preta estreou com o pé direito na organização e, após uma batalha de cinco rounds, derrotou o canadense Mark Hominick, diante de 55 mil pessoas, maior público da história do UFC.

“Foi uma das melhores defesas de cinturão, contando com as do WEC. Fazia um tempo que eu queria ter estreado, graças a Deus chegou esse momento e deu tudo certo... Foi sensacional”, festeja o campeão, que ficou impressionado com o hematoma que deixou no rosto de Hominick. “O hematoma foi assustador, estava muito grande. Eu não queria estourar aquele hematoma de maneira nenhuma. Eu acho que a luta tinha que ser parada. Se fosse com outro cara, teriam parado. Mas, faz parte”.

Fonte: www.tatame.com.br

quarta-feira, 30 de março de 2011

Rafael volta ao UFC de “queixo blindado”



Rafael dos Anjos vinha embalado por uma sequência de três vitórias consecutivas, até que bateu de frente com o
excêntrico Clay Guida, no UFC 117. O faixa-preta mostrou uma boa evolução na parte em pé, mas em um acidente de trabalho, acabou fraturando o maxilar ainda no primeiro round da luta com Guida. Sem lutar desde agosto, Rafael está 100% preparado e sabe que, no tempo em que esteve afastado, muita coisa mudou com a fusão do UFC com o WEC, e é difícil saber quem entrará em sua rota de colisão.

“Estou doido pra voltar, acredito que estou no mesmo patamar dessa galera que está na rota de colisão do Clay Guida, como o Anthony Pettis... Tem muita gente nesse peso, não faço idéia de quem eles vão botar para eu lutar, tem muitos lutadores vindo do WEC, fica difícil de saber”, disse o pupilo de Gordo, que garantiu que ainda tem muito a evoluir.

“As expectativas são as melhores, estou me sentindo super bem, estou com o queixo blindado, estou com o queixo de titânio, o queixo está duro e estou corrigindo o máximo os meus erros e a minha parte técnica, que eu erro bastante. Podem esperar um Rafael que vai surpreender esse ano, ainda tenho condições de evoluir bastante, estou apenas no começo de minha carreira”, concluiu o faixa-preta.

Fonte: http://www.tatame.com.br/

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Rani curte o Havaí depois de brilhar no UFC



O faixa-preta Rani Yahya deu show na última edição do UFC, que aconteceu sábado passado no Texas, Estados Unidos. O brasileiro, que estava escalado para enfrentar “Korean Zombie” Chan Sung Jung, não tomou conhecimento do ex-campeão do WEC Mike Brown e, com um chão afiado, tomou conta da luta e venceu por pontos.

Enquanto Rani embarcava para o Havaí para descansar ao lado da família, que acompanhou de perto sua luta no Texas, conversamos com seu treinador Ataíde Jr, que estava mais do que satisfeito com o desempenho do pupilo. “O planejamento foi todo para o coreano, mas o moleque foi muito justo na luta. Ele sabia que o Mike tinha uma pegada forte e fez o Jiu-Jitsu, sua origem, e conseguiu bloquear. Achei a luta muito boa”, elogia.

Com um cartel de 22 lutas e apenas 26 anos de idade, Rani se encontrou no octagon depois de amargar duas derrotas seguidas no WEC, e o treinador espera mais vitórias no futuro. “O Rani está no caminho certo, é profissional. Ele é um lutador do UFC, não um atleta de Jiu-Jitsu”, disse, revelando que “Korean Zombie” pode ser sua próxima luta. “Ele estava conversando com o Joe Silva e acho que ele está afim de lutar com o coreano”, finalizou.

Fonte: www.tatame.com.br

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Brasil vence tudo no primeiro UFC de 2011


Com disputa de cinturão terminando em empate e dois brasileiros vencendo, o UFC 125 foi garantia de emoção para os fãs na primeira noite de 2011. Confira abaixo o que de melhor aconteceu em Las Vegas.

DIEGO NUNES ESTREIA COM VITÓRIA

O peso pena Diego Nunes, que vinha de duas vitórias consecutivas no WEC, brilhou em sua estreia no UFC. Diante do americano Mike Brown, que perdeu o cinturão do WEC para José Aldo, Diego travou três rounds movimentados, trabalhando muito com chutes rodados e o jogo de chão. Apesar de ter lutado com “apenas um olho” (uma joelhada ilegal de Mike fechou o olho do brasileiro no primeiro assalto), Diego ficou com a vitória na decisão dividida, chegando à 16ª vitória em 17 lutas. Josh Grispi, que ia enfrentar José Aldo pelo cinturão da categoria, acabou dominado por Dustin Poirier e perdeu na decisão.

EMPATE MANTÉM CINTURÃO DE EDGAR

A aguardada revanche entre Frankie Edgar e o invicto Gray Maynard, luta principal da noite, deu aos fãs 25 minutos de muita ação. No primeiro round, Maynard atropelou Edgar, conseguindo dois knockdowns e quase encerrando a luta, mas Frankie mostrou raça para suportar o sufoco. Nos três rounds seguintes, Edgar retomou o controle da luta e abriu vantagem, mas Maynard foi superior na quinta parcial. Na decisão dos jurados, o empate manteve o cinturão nas mãos de Frankie Edgar.

THIAGO SILVA PASSA POR CIMA DE BRANDON VERA

O paulista Thiago Silva voltou ao octagon em grande estilo. No duelo contra o striker Brandon Vera, a luta atendeu as expectativas dos fãs. No primeiro assalto, depois de uma trocação intensa, o brasileiro quedou e trabalhou o chão. Ao final do round, Thiago provocou e os atletas se encararam, acirrando ainda mais o clima entre eles. Na segunda etapa, Brandon voltou com tudo, mas Thiago novamente tomou conta da luta, quedando e trabalhando o chão. No round final, o brasileiro dominou a trocação em pé, quedou e pegou as costas, de onde castigou com socos, cotoveladas e até tapas, chegando a “batucar” nas costas de Vera, que terminou a luta com o nariz fraturado. Na decisão oficial, vitória brasileira.

RESULTADOS COMPLETOS:

UFC 125
Las Vegas, Nevada, Estados Unidos
Sábado, 1º de janeiro de 2010

Card principal:
Frankie Edgar empatou com Gray Maynard;
Brian Stann derrotou Chris Leben por nocaute técnico no 1R;
Thiago Silva derrotou Brandon Vera na decisão unânime dos juízes;
Dong Hyun Kim derrotou Nate Diaz na decisão unânime dos juízes;
Clay Guida finalizou Takanori Gomi com uma guilhotina no 2R;

Card preliminar:
Jeremy Stephens  nocauteou Marcus Davis no 3R;
Dustin Poirier derrotou Josh Grispi na decisão unânime dos juízes;
Brad Tavares nocauteou Phil Baroni no 1R;
Diego Nunes derrotou Mike Brown na decisão unânime dos juízes;
Daniel Roberts finalizou Greg Soto com uma kimura no 1R.
Jacob Volkmann derrotou Antonio McKee na decisão unânime dos juízes.

Fonte:
www.tatame.com.br

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Gesias afia o chão para volta ao Strikeforce



Bicampeão do Hero’s, Gesias Cavalcante estreou no Strikeforce contra o ex-campeão Josh Thomson, mas a decisão dos jurados não foi favorável ao brasileiro, que foi superior em boa parte do duríssimo combate.

Em busca de um 2011 melhor, o peso leve embarcou para Nova Iorque, para treinar com Marcelinho Garcia e Ricardo Libório. Em entrevista falou sobre seu futuro no Strikeforce, revelando o desejo de enfrentar Thomson novamente, e em sua cidade natal.

“O meu próximo adversário que eu queria era o Josh Thomson para deixar as coisas claras (risos). Gostaria de lutar na casa dele, em San Jose, como foi a outra luta, porque eu acho que até uma motivação a mais para mim”, garante Gesias, que falou sobre a fusão entre UFC e WEC, o monopólio do Ultimate e mais.

Fonte: www.tatame.com.br

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

José Aldo: ‘Quero ser melhor ainda em 2011'




Campeão peso pena do UFC, José Aldo foi a grande estrela do “Oscar do MMA”, ganhando o troféu de melhor lutador de 2010. “Me sinto bem, e tenho que agradecer aos fãs que votaram em mim... Estou muito feliz”, se emocionou o lutador, em entrevista à Karyn Bryant. Aldo falou sobre o sucesso no WEC e suas expectativas para o próximo ano. “Cada vez está melhorando. O ano passado também foi muito bom. Eu fiz uma sequência muito bom, mas não concorri (ao prêmio), e concluímos esse ano... Estou pensando no ano que vem, e quero ser melhor ainda”, disse, comentando a hérnia na cervical, que o tirou do UFC 125. “Eu já estava com isso há muito tempo, mas meu treinador achou melhor parar”. Confira abaixo o papo com o peso pena.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Bibiano pronto para a guerra no Dynamite


Campeão peso pena do Dream, Bibiano Fernandes colocará o cinturão em jogo no Dynamite, tradicional evento de fim de ano no Japão, comentou sobre a expectativa para o duelo com o japonês Hiroyuki Takaya. “Ele é um cara muito escorregadio, tem uma defesa muito boa. Ele é muito emocional, ele pode errar nessa parte. Ele leva muita emoção para a luta, vem para dentro, quer cair na porrada, então vamos ver qual vai ser. Vou me preparar para a guerra, chegar lá para fazer o que treinei”, afirmou Bibiano, que analisou a fusão entre UFC e WEC, valorizando os pesos mais leves, revelou o desejo de treinar com José Aldo e Marlon Sandro na Nova União e comentou o aprendizado que adquiriu com os treinos com BJ Penn no Havaí. “Lutei muito em pé com ele, treinei meu Jiu-Jitsu, foi boa essa experiência que eu tive com ele para essa minha próxima luta”.

Fonte: www.tatame.com.br

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

José Aldo ansioso para receber o cinturão



Assim que foi anunciada a fusão entre UFC e WEC, o Brasil ganhou mais um campeão no maior evento de MMA do mundo. José Aldo, que dominou a categoria dos pesos penas no WEC, já se prepara para defender o título do Ultimate no dia primeiro de janeiro de 2011, mas a festa ainda não está completa. “Estou indo hoje para os Estados Unidos para receber o cinturão. Quando eu pegar o cinturão e botar na cintura, aí sim eu vou ser o campeão (risos)”, conta Aldo em entrevista.

Seu adversário na primeira defesa de título será o casca-grossa Josh Grispi, que está invicto no WEC. “Estou focado, tenho que defender com unhas e dentes o meu título. Eu vivo para isso, eu treino para isso, então tenho que manter o ritmo do treinamento e tudo vai dar certo lá em cima. Tenho que fazer a tática certa. Estou bem preparado, com o tempo a gente encaixa o jogo. Vou chegar lá e fazer uma boa defesa”, disse o campeão, que estava cotado para enfrentar Mark Hominick antes do anúncio oficial do UFC.

“Não afetou nada, eu estava bem no início do treino, então a gente deu um jeito. Estou fazendo uma tática para lutar o Grispi, e eu acho que o Grispi merecia isso, até pelo fato dele já ter vencido o Mark Hominick. Ele é um grande lutador e faz por merecer estar ali dentro comigo”, disse, atento em todas as áreas. “A gente sempre procura estar bem tanto na parte de trocação, na parte de quedas, que é o Wrestling, e a parte de chão, que é o Jiu-Jitsu. Eu sempre dou uma especificada nos três áreas. Como ele tem mais jogo de chão, a gente também está trabalhando em cima disso”.

Garantia de boas lutas no WEC, o nocauteador promete manter o ritmo intenso no Ultimate. “O que os fãs podem esperar de mim é bastante garra. Estou treinando bastante, sempre vou treinar... Eu luto pelos meus fãs, minha academia, meu Brasil, e todo mundo que gosta de mim, então sempre que eu subir ali eu vou dar o meu melhor, não importa o que aconteça, vai sempre ser o meu melhor, não só por mim, mas por todo mundo que me acompanha, que torce e vibra por mim”, finalizou Junior, a caminho do aeroporto para buscar o merecido cinturão.

Fonte: www.tatame.com.br

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Fredson encara “desconhecido” no UFC



Fredson Paixão será o primeiro brasileiro do WEC a estrear no UFC. Vindo de duas vitórias no WEC, o peso pena encara Pablo Garza no TUF 12 Finale, evento que acontece no dia 4 de dezembro, e garante estar preparado para o combate. “A preparação está boa... Estou um pouco cansado dos treinos, mas acredito que posso superar este momento. Já passei por muitas coisas”, afirmou o brasileiro, que foi categórico ao responder sobre os pontos fortes do oponente: “Não o conheço”.

Em entrevista, o faixa-preta comentou sobre a fusão entre os eventos, animado com as perspectivas para o futuro. “Eu sou um lutador profissional, no evento em que estiver eu entro para competir com as mesmas responsabilidades que deve ter um profissional. No UFC, as mudanças são muitas, mas já me acostumei. Espero poder fazer boas lutas e vencer”, disse, tranquilo quanto à transição. “Encaro com naturalidade, lutei muito para chegar onde estou. Mas sempre acreditei que era possível. Tenho muita fé em Deus”. Quanto à próxima disputa de cinturão de sua categoria, Fredson não vê favoritos no duelo entre José Aldo e Josh Grispi, que rola no UFC 125, em janeiro. “Luta é luta, só vendo no dia”, finalizou.

Fonte: www.tatame.com.br

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Dedé: “O Aldo queria lutar, mas eu neguei”



Em entrevista, o campeão peso pena do WEC contou que a proposta foi recusada, o que acabou criando certo mal estar, uma vez que o atleta da Nova União já havia manifestado o interesse de subir de categoria em algum momento. André Pederneiras, líder da equipe no Rio de Janeiro, abriu o jogo e revelou de quem foi a decisão de rejeitar a oferta, feita dias antes da fusão entre UFC e WEC, que acabou garantindo o cinturão do Ultimate a Aldo.

Um pouco antes de a fusão entre UFC e WEC ser anunciada, foi falado de uma luta entre o José Aldo e o Kenny Florian, com o Junior subindo de peso... Vocês já estavam sabendo que haveria a fusão? Foi por isso que ofereceram a luta para o Aldo?

Eu não sabia da fusão, não fazia ideia... Fui pego de surpresa. Os empresários do Junior tiveram uma conversa com o pessoal do Ultimate, e deram a ideia de fazer uma luta entre ele, que é o terceiro do mundo peso por peso, e o quarto do mundo (Frankie Edgar, atual campeão peso leve do UFC). Como os dois eventos eram dos mesmos donos, eles acharam que fosse possível e fizeram essa proposta.

Qual foi a resposta do UFC?

Uma contra-proposta foi feita e com uma luta entre o Aldo e o Kenny Florian e o Aldo. Vieram com essa pergunta e eu fui o primeiro a negar. O Aldo lutar com um campeão do Ultimate, o quarto do mundo, é uma coisa. É o campeão do evento contra o campeão da própria organização, mas na categoria de cima. É a mesma coisa que o campeão do Ultimate no 65kg fosse lutar com o campeão do 70kg. Mas a contra-proposta deles não me foi interessante...

Porque vocês não aceitaram?

Quando vieram com o Kenny Florian, não é que ele não seja um atleta duro, eu o acho um excelente atleta, mas vem de um resultado negativo e, infelizmente para ele, nunca foi campeão do Ultimate, hoje em dia ele não aparece entre os 10 melhores do mundo peso por peso, então eu não via o porque dessa luta acontecer. Quem negou a luta fui eu, não foi mais ninguém. O Aldo queira lutar, mas quem negou fui eu por entender que essa luta não traria vantagem nenhuma, independente do Kenny Florian ser um grande lutador ou não.

Se eles me oferecessem o Sean Sherk, em uma situação dessas, talvez eu tivesse aceitado, era bem provável que tivesse aceitado. Ele era um cara que vinha de vitória e já foi campeão do evento, mas a gente acabou vetando por causa disso. Não foi por medo do outro, foi porque eu achei que não valia a pena fazer uma luta dessa. O Junior é um garoto muito novo, que vai subir de peso naturalmente, não precisa forçar nada. Acabou acontecendo, na semana seguinte, dele ser o campeão do UFC na categoria de baixo, então foi melhor ainda.

O Aldo tem dominado a categoria, e vai defender o cinturão do UFC no dia 1º de janeiro, contra o Josh Grispi. Vencendo mais essa luta, você acha que ainda tem desafios para ele no peso pena ou você acha que é um caminho natural é subir para o peso leve?

Cara, eu acho que adversário é sempre adversário, sempre vai ser duro, independente de ser o Grispi ou não. Tem grandes lutadores na categoria deles. É uma categoria que é diferente de um peso pesado, por exemplo, onde você tem atletas de 46 anos lutando bem porque o ritmo de luta é muito mais lento do que o ritmo de 70, 65kg. O número de atletas nessa categoria é infinitamente maior, então o desafio de um cara ser campeão na categoria de 65 quilos, se manter como campeão, é infinitamente maior do que um cara peso pesado porque é difícil  aparecer um peso pesado com a qualidade técnica, física, explosiva de um Cain Velasquez. Você vai encontrar uns três ou quatro, e vão ter cinquenta caras na categoria que não vão chegar a 50% do rendimento do cara, enquanto que na categoria mais leve toda hora aparece um cara muito duro. O próprio (Urijah) Faber sempre foi um cara muito duro, sempre ganhou, começaram a aparecer várias pedreiras e ele perdeu. O Miguel Torres sempre foi um cara muito duro e perdeu duas vezes seguidas.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

UFC confirma luta entre José Aldo e Josh Grispi



O UFC oficializou apenas ontem a disputa de cinturão entre José Aldo e Josh Grispi na primeira edição de 2011. Inaugurando oficialmente a fusão entre o UFC e WEC, Aldo já entra no octagon como campeão do Ultimate, e o título estará em jogo contra o casca-grossa Grispi, atleta que venceu as quatro lutas que fez no WEC no primeiro round. “José Aldo é um dos melhores lutadores do mundo, peso por peso, e vocês verão porque no dia 1º de janeiro”, disse Dana White, presidente do evento. O UFC 125 contará ainda com a disputa de cinturão dos leves entre Frankie Edgar e Gray Maynard.

Fonte: www.tatame.com.br

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Dana White anuncia fusão entre UFC e WEC



O dia de hoje entrará para a história do MMA. Dana White, presidente do UFC, preparou uma conferência de imprensa para as 15 horas para fazer um grande anúncio, mas adiantou as novidades ao site MMAFighting. Segundo o cartola, o WEC se fundirá ao UFC em 2011, adicionando ao Ultimate as categorias de pesos leves, penas e plumas.

Com a fusão, a primeira grande novidade é que, agora, José Aldo é o campeão peso pena do UFC. “A hora é a melhor possível. Com o UFC crescendo globalmente, faz sentido trazer essas categorias mais leves. Sabemos que as lutas dos mais leves são excitantes... Me diga a última vez que você viu uma luta entediante no WEC. E aumentamos a promoção do evento enquanto crescíamos o evento pelo mundo todo”, conta Dana White.

Na entrevista, Dana garantiu que nenhum atleta perderá seu emprego com a mudança, e revelou ainda que José Aldo já deve fazer sua primeira defesa de título logo em janeiro. Dana não revelou o oponente nem a data, mas o campeão já revelou em entrevista que o seu oponente será Mark Hominick. Com duas edições programadas até o final do ano, o WEC dá seu adeus oficial no dia 16 de dezembro, com o WEC 53.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Dana White comenta proposta feita a José Aldo



Uma semana depois de nocautear Manny Gamburyan no WEC, José Aldo revelou que sua próxima defesa de cinturão aconteceria em janeiro, contra Mark Hominick. Dias depois, Aldo nos contou que o Ultimate havia feito uma proposta para que ele enfrentasse Kenny Florian em dezembro, proposta recusada por sua equipe. Em entrevista ao programa Fight Fix, o presidente do UFC, Dana White, comentou a situação.

“José Aldo andou falando sobre subir para 70kg. Bem, nós tínhamos uma vaga e dissemos ‘você quer subir para 70kg e enfrentar o Kenny Florian?’, e ele disse ‘ah, deixa pra lá’. Depende do que ele quiser. Se ele quiser ficar no WEC e defender o título tudo bem, mas eles estavam falando sobre subir de categoria... Oferecemos a luta, mas eles recusaram”, afirmou Dana White.

Em entrevista, José Aldo disse que não faz questão de subir de peso no momento, e André Pederneiras, seu treinador na Nova União, no dia seguinte à luta contra Manny Gamburyan no WEC.

“Eu não gosto de subir ninguém de categoria se o cara não tiver com peso para isso. Os caras de 70kg têm 84, 85kg... Eu vejo pelos atletas que eu tenho na academia que estão nessa categoria de peso. Subir para fazer uma luta até vai, mas trocar de categoria, não. Ele está muito novo, tem 24 anos, tem muita coisa para ganhar de massa naturalmente, ganhar peso sem ter que forçar a barra”, afirmou Dedé.

Fonte: http://www.ttame.com.br/

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Aldo dá show e nocauteia mais um no WEC



Manny Gamburyan provocou, disse que ia fazer e acontecer contra José Aldo. “Se ele é o mini-Anderson Silva, eu vou o mini-Fedor”, disparou o armênio, que teve a chance de roubar o cinturão do brasileiro na luta principal do WEC 51, que aconteceu na noite de hoje em Colorado, nos Estados Unidos. Falar é simples, mas fazer, ainda mais contra Aldo, é bem complicado.

Com uma postura de estudo no primeiro round, José Aldo trabalhou os low kicks e achou a melhor distância contra Gamburyan, que levava desvantagem na altura e no alcance. Assim que começou o segundo assalto, o brasileiro mostrou que já estava com a mira calibrada. “Fiquei estudando pra ver o que ele tinha programado para mim”, contou Junior, que acertou um belo upper para derrubar o armênio, pegando as costas e desferindo duros golpes até deixar Gamburyan desacordado. Com a vitória, a sétima por nocaute no WEC, José Aldo se mantém no topo da categoria e avança na disputa pelo posto de número um peso a peso do planeta. Alguém duvida?

CERRONE VENCE REVANCHE NA MELHOR LUTA DA NOITE

Na melhor luta da noite, a revanche entre Donald Cerrone e Jamie Varner, que trocaram farpas desde o primeiro duelo, no começo de 2009, deixou o público em pé durante 15 minutos. Partindo para cima desde o começo, Cerrone conectou os melhores golpes na trocação, trabalhando com os low kicks na parte final do combate, e buscando a queda para pontuar. Varnar não desistiu um só instante, melhorando nos minutos finais, mas não foi o bastante. Em luta emocionante, Cerrone ficou com a justa vitória na decisão dos juízes.

MIGUEL TORRES VOLTA A VENCER

Depois de duas apresentações ruins, quando acabou finalizado e nocauteado, o mexicano Miguel Torres, pupilo do saudoso Carlson Gracie, voltou a brilhar no WEC. A luta contra Charlie Valencia começou muito estudada, mas Miguel embalou no fim do primeiro round e quase nocauteou, mas Charlie foi salvo pelo gongo. Mantendo o ritmo no assalto seguinte, o mexicano conseguiu o knockdown, pegou as costas e encaixou o mata-leão.

DIEGO NUNES VENCE NA DECISÃO

Vindo de boa vitória sobre Raphael Assunção, o brasileiro Diego Nunes mostrou sua evolução após se juntar à equipe Nova União. Em três rounds contra Tyler Toner, o peso pena quase finalizou duas vezes com guilhotinas e uma kimura, mas a a vitória veio mesmo na decisão unânime dos juízes.

Ainda entre as lutas preliminares, o ex-campeão Mike Brown venceu Cole Province por nocaute técnico em 78 segundos, mas a luta deu polêmica: Cole reclamou que o árbitro se precipitou na interrupção. Em sua estreia no evento, o atleta mongol Tiequan Zhang finalizou Pablo Garza com uma guilhotina no primeiro round.

RESULTADOS COMPLETOS:

WEC 51
Colorado, Estados Unidos
Quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Card principal:
José Aldo nocauteou Manny Gamburyan a 1min32s do R2;
Donald Cerrone derrotou Jamie Varner na decisão unânime dos juízes;
Miguel Torres finalizou Charlie Valencia com um mata-leão a 2min25s do R2;
George Roop nocauteou Chan Sung Jung a 1min20s do R2;
Mark Hominick derrotou Leonard Garcia na decisão dividida dos juízes;

Card preliminar:
Tiequan Zhang finalizou Pablo Garza com uma guilhotina a 2min26s do R1;
Mike Brown derrotou Cole Province por nocaute técnico a 1min18s do R1;
Chris Horodecki derrotou Ed Ratcliff na decisão dividida dos juízes;
Diego Nunes derrotou Tyler Toner na decisão unânime dos juízes;
Antonio Banuelos derrotou Chad George na decisão unânime dos juízes;
Demetrious Johnson derrotou Nick Pace na decisão unânime dos juízes.

sábado, 17 de julho de 2010

UFC x WEC: super lutas no futuro?

Bem Henderson


Um dos assuntos mais debatidos nos Estados Unidos é a possível fusão entre UFC e WEC, eventos que são controlados pela mesma empresa, Zuffa. Porém, Reed Harris, mandachuva do WEC, não vê com bons olhos a possibilidade de o evento ceder seus pesos leves para o evento maior, assim como já fez no passado com as categorias mais pesadas. “Joe Silva tem muitos pesos leves para trabalhar, eu não acho que ele se animaria em pegar todos esses lutadores”, disse o cartola, revelando a possibilidade da realização de lutas especiais. “Dana (White) mencionou que ele gostaria de fazer super lutas. Talvez possamos ver Bem Henderson (campeão peso leve do WEC) contra um dos seus atletas, ou algo do tipo. Estamos abertos a tudo isso”, disse.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Frédson e Hermes lutam no UFC Fan Expo

Frédson Paixão


No mesmo final de semana em que o UFC realiza sua 114ª edição, a organização americana está preparando uma série de atrações especiais para a UFC Fan Expo. Uns dos destaques serão super lutas de grappling, e tem brasileiros na jogada. No dia 28 de maio, Hermes França, ex-lutador do UFC e ex-campeão do WEC, enfrentará o jovem Bill Cooper. No dia seguinte, Frédson Paixão, peso pena do WEC, encara o japonês Caol Uno, enquanto Jeff Glover encara Javier Vazquez, também do WEC. “Para os fãs do Wrestling, será uma oportunidade incrível de ver alguns dos melhores lutadores de chão competindo”, se anima Dana White, presidente do Ultimate.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Wallid e a mística do Jungle Fight

Wallid


Considerado o maior evento da América Latina, o Jungle Fight vem servindo de vitrine para os lutadores brasileiros. Nomes como Lyoto Mchida, Fabrício Werdum e Gabriel Napão já desfilaram nos ringues do Jungle e hoje lutam nos maiores eventos de MMA do planeta. Essa semana, o Jungle viu mais três lutadores partirem para o mercado internacional. Após lutarem no Jungle Fight 17, que aconteceu em Vila Velha, no Espírito Santo, Renan Barão, Jorjão Rodrigues e Rodrigo Damm, fecharam contrato para lutar no exterior. Enquanto Renan fechou com o WEC, nos Estados Unidos, Jorjão assinou contrato com o Pancrase e Rodrigo Damm terá nova oportunidade no Sengoku.

“É a mística do Jungle Fight. O cara luta no evento e depois fecha para lutar lá fora. Nego pode falar o que quiser, mas o Rogério Minotouro lutou o Jungle e depois fechou com o UFC”, disse o promotor do evento Wallid Ismail, que explicou o motivo do sucesso. “O Jungle é visto pelos gringos como o maior evento do Brasil e onde lutam os maiores cascas-grossas. O objetivo do Jungle é este, renovar”, finalizou Ismail, que prepara o card da sua vigésima edição, marcado para o dia 22 de maio no ginásio do Pacaembu, em São Paulo.